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Só sei que daqui a pouco a coisa vai tomar um tamanho tão grande que vai virar caso de terapia de choque.
Como diria minha avó: escreve o que eu tô te falando.

Eu nunca fui daquelas pessoas que possuem uma paciencia inquebravel, nem dessas que assumem erro dos outros e depois ainda abaixa a cabeça pra ouvir falação alheia.
Sei assumir quando tô errada mas também sei recorrer de todas as formas pra provar que sou inocente. O problema é quando a gente topa com aquele tipo de pessoa que TEM que arrumar um culpado, nem que o culpado não seja culpado de verdade.

Ta rolando que eu tô num estresse tão tenso que capaz de surgir uma mecha de cabelo branco estilo vampira do x-men na minha cabeça.
E não é brincadeira quando digo que as vezes me da vontade de sair correndo pra qualquer lugar com somente a roupa do corpo (pijamas, é claro) e uma cartela de omeprazol, afinal, a gastrite nervosa ataca que só falta meu estomago virar do avesso e dar um duplo twist carpado e

…………….. BUM!

Hoje eu explodi, confesso que talvez eu tenha dito coisas pesadas demais, mas sabe… colocaram a polvora e acenderam o pavio.

Tô precisando deixar a cabeça em paz e o coração tranquilo, senão a próxima explosão vai ser tão catastrofica que não vai sobrar nada de mim.

 

ps: Mãe, volta logo. Sem você as coisas estão ficando piores.

ps²: Os pedreiros da obra ao lado que só trabalham feriados e fins de semana das 8 da manhã até as 11, estão contribuindo para minha raiva. 

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sentimentalismo barato na madrugada

Tem dias em que sinto falta. Falta de ficar esperando ansiosa pelo toque no celular que era um sinal pra eu abrir o portão. De você comendo pizza e me mostrando a boca cheia de comida mastigada. Das caretas na webcam. Falta de acordar quase caindo da cama, mas ficar feliz de te ver do lado. Sinto falta até de ficar pronta uma hora antes de você e ainda ser obrigada a ficar mais uma hora te esperando. Eu sinto falta da felicidade toda que era, mas sinto mais ainda aquela saudade de matar a saudade.

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Garçom, traz mais uma saideira!

Quando a cerveja para de te proporcionar aquele formigamento na boca logo entre as
quatro primeiras garrafas, você percebe que tá na hora de passar pra uma coisa mais forte.
Aí a gente volta no tempo e lembra da catuaba quente, do vinho de 6 reais com garrafa de
plástico, da vodka que mais parece álcool de cozinha e nada, NADA, disso funciona.
Cheguei a conclusão de que ou eu paro de beber, ou uso aquela famosa frase de bêbado
sentimentalista e troco logo esse coração inútil por dois orgãos sensacionais:  fígado e
estômago novos ❤
Sei não, é uma busca ansiosa por aquele pico de felicidade ingênua que acontece entre a
sobriedade e a bad trip.
Tô enjoada, só não sei se é por causa da vida, das situações estressantes, das cagadas que
eu faço ou pela quantidade de álcool e mentira que eu ando ingerindo.

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Para tudo que eu quero ir pra bolha!

Não é tristeza e nem passa perto de felicidade.
É um estado de conforto, quase anestésico.
Tô naqueles dias de olhar o movimento, as pessoas botando a vida em dia e pensar: que diabos eu tô fazendo nesse mundo, minha gente?
A vida é tipo tv a cabo, né?
É tanta coisa pra assistir que a gente se perde e fica trocando de canal a cada 30 segundos só pra ver se tem alguma coisa mais interessante.

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young & patient

Me falaram que quando a gente deixa o cabelo crescer é sinal de que ta criando juízo. Fico na dúvida, não sei se é por causa da minha completa falta de juízo ou pelo corte exótico que mantém metade do lado esquerdo do meu cabelo raspado com máquina 1.  Mas ó, prometo que um dia eu deixo crescer, ou não.

 

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acho que estou seduzindo quando na verdade estou assim:

Parecendo um gambá com fome.

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Looping eterno de sacanagens sentimentais e aleatórias.

As vezes eu me pego formando textos em pensamento, uma sincronia tão perfeita que
leva dois segundos pra se formar e menos de um pra se desfazer. Aí eu fico puta porque
esqueci totalmente aquela coisa foda pra caralho que eu tinha na cabeça e só precisava
de um papel pra traduzir, mas nem papel higiênico tinha por perto.

Esquecer das pessoas devia ser assim também, uma hora a gente pensa com todo
entusiasmo do mundo e no outro sem nem perceber, a gente nem se lembra de quem
~ou no que~ estava pensando.

E a minha maior dúvida é: sentir nada ou sentir alguma coisa?
Sair jogando as coisas no chão, quebrar qualquer coisa que esteja por perto num
momento de raiva extrema ~que pode se confundir com a falta. Falta? esse é outro
assunto que fica marcado aqui pra uma possível futura explicação~ ou só ficar parada na
frente de um computador? Apatia, inércia.

Eu sei que no primeiro caso a possibilidade de fazer cagada e se arrepender é muito
grande. Mas meio que bate um desespero quando a coisa ta tão bizarra que nem chorar
você consegue, nem se tentar.

Tenho pra mim que com o tempo as pessoas param de se importar, e ao invés de
enlouquecer, você só para de sentir. O problema é que você não para de sentir só uma
coisa. É um conjunto de sentimentos aleatórios e de certa intensidade, que cada uma das
pessoas que passam pela sua vida levam uma quantidade embora. E é essa quantidade que no final faz toda diferença.

Não sei a palavra certa a ser usada.
A gente não esfria, é a situação se repete por tantas vezes que a gente se acomoda,
acostuma.

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